OpenAI apresentou o Presence em 22 de julho — um produto corporativo para colocar agentes de IA para trabalhar em fluxos de atendimento ao cliente e internos, tanto em voz quanto em chat. A empresa o chama de "battle-tested": o Presence já opera a linha telefônica de suporte da OpenAI em inglês, no número 1-888-GPT-0090, onde resolve 75% das solicitações recebidas sem assistência humana.

O que vem no pacote

O Presence reúne as partes menos glamorosas dos agentes em produção: políticas da empresa e procedimentos operacionais padrão, salvaguardas, ações aprovadas, ambientes de simulação, ferramentas de avaliação — e um processo de melhoria com base em Codex que examina transcrições em busca de padrões de falha. Trabalhando com a equipe de lançamento da OpenAI, esse ciclo reduziu as transferências para humanos em 15 pontos percentuais em 10 dias.

Não é autoatendimento

O Presence é lançado como um programa de disponibilidade geral limitada, implantado pelos Forward Deployed Engineers da OpenAI e por alguns integradores globais de sistemas. O preço não foi divulgado. O agente central roda modelos da OpenAI, embora modelos e serviços de terceiros possam se conectar por meio de APIs para salvaguardas e ferramentas.

Primeiros clientes

Os parceiros de design citados no lançamento: BBVA, para suporte bancário por voz no México, SoftBank, para conversas em japonês, e o grupo aéreo IAG, para suporte em eventos de alta demanda. As cargas de trabalho-alvo incluem atendimento ao cliente, correções de cobrança, sinistros de seguros e solicitações de TI — com as empresas mantendo o controle por meio de ações aprovadas, de modo que os agentes executem apenas etapas que a empresa tenha explicitamente liberado.

A leitura competitiva

Em poucas semanas após o lançamento, diz a OpenAI, o agente de telefone atingiu ou superou seus benchmarks de qualidade de suporte humano da linha de frente. Com o Presence, a OpenAI avança diretamente para um terreno ocupado por fornecedores de contact center e startups de agentes — vendendo não um modelo, mas um resultado gerenciado, com suas próprias operações como implementação de referência.