Moove anunciou uma rodada Série C de US$ 250 milhões em 5 de agosto, com uma avaliação de US$ 2,1 bilhões, liderada pela Mubadala, de Abu Dhabi, e co-liderada pela Woven Capital — fundo de crescimento da Toyota — e pela Ion Pacific. BlueCrest e Sona Capital participaram; BlackRock, MUFG, Franklin Templeton, Uber e Left Lane já estavam no grupo de investidores.
O que vende
Não autonomia. A Moove constrói e opera a camada física de que frotas autônomas precisam para funcionar: depósitos com foco em robótica, chamados Nests, onde os veículos são carregados, limpos, revisados, mantidos e despachados para operação contínua. A Waymo constrói o motorista; alguém precisa ser dono do pátio.
O negócio existente não é pequeno
Cerca de 42.000 veículos em 29 cidades, em 13 países, 3.300+ funcionários e US$ 420 milhões em receita recorrente anual. A empresa gerencia frotas da Waymo ao vivo em Phoenix e Miami, com London anunciada. Fundada em 2020 por Ladi Delano e Jide Odunsi para financiar motoristas de ride-hail na África, ela se reposicionou por completo.
Os gastos
A unidade de autonomia cresce de cerca de 150 para cerca de 500 pessoas até o fim do ano, junto com novos lançamentos de mercado. Triplicar uma equipe em cinco meses é o tipo de compromisso que só faz sentido se os contratos de depósito já estiverem assinados.
Não divulgado
Quanto dos US$ 420 milhões de ARR vem de operações autônomas, e não do financiamento legado de veículos, e qual é o valor dos acordos com a Waymo.
